Estancam os pés.
No termo da estrada
o precipí - cio.
HUDSON ANDRADE
26 de janeiro de 2009 AD
11h22
Apaga-te, ó delicada chama! Apaga-te!A vida é sombra passageira. Um mísero ator que chega, agita a cena inteira, diz sua fala e sai. e ninguém mais o nota. MACBETH (William Shakespeare)
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terça-feira, janeiro 27, 2009
segunda-feira, janeiro 26, 2009
HAI - LU - CAIS - ELEVEN
Teu nome: mantra
que na cabeça roda
no peito sangra.
HUDSON ANDRADE
25 de janeiro de 2009 AD
8h10
que na cabeça roda
no peito sangra.
HUDSON ANDRADE
25 de janeiro de 2009 AD
8h10
sábado, janeiro 24, 2009
HAI - LU - CAIS - TEN
Ser parte, ser só.
Estar pede tão pouco.
Permita-se ser.
HUDSON ANDRADE
19 de janeiro de 2009 AD
18h35
Estar pede tão pouco.
Permita-se ser.
HUDSON ANDRADE
19 de janeiro de 2009 AD
18h35
sexta-feira, janeiro 23, 2009
HAI - LU - CAIS - NINE
Razão, coração.
O comando exige.
O medo trava.
HUDSON ANDRADE
19 de janeiro de 2009 AD
18h31
O comando exige.
O medo trava.
HUDSON ANDRADE
19 de janeiro de 2009 AD
18h31
quinta-feira, janeiro 22, 2009
HAI - LU - CAIS - EIGHT
Paixão é e não
móvel, furiosa, banal.
Prima centelha.
HUDSON ANDRADE
19 de janeiro de 2009 AD
18h29
móvel, furiosa, banal.
Prima centelha.
HUDSON ANDRADE
19 de janeiro de 2009 AD
18h29
quarta-feira, janeiro 21, 2009
HAI - LU - CAIS - SEVEN
Mão na mão, outro.
Lábio no lábio, barba.
Uma vez não basta!
HUDSON ANDRADE
16 de janeiro de 2009 AD
17h22
Lábio no lábio, barba.
Uma vez não basta!
HUDSON ANDRADE
16 de janeiro de 2009 AD
17h22
terça-feira, janeiro 20, 2009
HAI - LU - CAIS - SIX
O rio que corre.
Desejo é segredo
marginal tesão.
HUDSON ANDRADE
16 de janeiro de 2009 AD
17h17
Desejo é segredo
marginal tesão.
HUDSON ANDRADE
16 de janeiro de 2009 AD
17h17
segunda-feira, janeiro 19, 2009
HAI - LU - CAIS - FIVE
Trança desfeita.
Sedoso velo marrom
outros pensares.
HUDSON ANDRADE
16 de janeiro de 2009 AD
17h00
Sedoso velo marrom
outros pensares.
HUDSON ANDRADE
16 de janeiro de 2009 AD
17h00
domingo, janeiro 18, 2009
HAI - LU - CAIS - FOUR
Mar esmeralda
introvertido âmbar
naufraga e ri.
HUDSON ANDRADE
16 de janeiro de 2009
16h29
introvertido âmbar
naufraga e ri.
HUDSON ANDRADE
16 de janeiro de 2009
16h29
sábado, janeiro 17, 2009
HAI - LU - CAIS - THREE
No anel do teu
cabelo o sol, suor,
teu corpo em pêlo.
HUDSON ANDRADE
15 de janeiro de 2009 AD
15h00
cabelo o sol, suor,
teu corpo em pêlo.
HUDSON ANDRADE
15 de janeiro de 2009 AD
15h00
sexta-feira, janeiro 16, 2009
HAI - LU - CAIS - TWO
Teu medo é o lacre
dessa cova gris
que a minha luz lambe.
HUDSON ANDRADE
15 de janeiro de 2009.
14h15
dessa cova gris
que a minha luz lambe.
HUDSON ANDRADE
15 de janeiro de 2009.
14h15
quinta-feira, janeiro 15, 2009
HAI - LU - CAIS - ONE
03 a 14 de janeiro de 2009. Por 12 dias minha alegria pendeu numa teia de aranha (e eu nem gosto desse bicho!).
Quis a Vida (ela?!) que 2 caminhos traçassem paralelos.
Pelo que poderia ter sido e não será e pelo que será diverso do que eu (nós) desejo (amos), 12 haikais, um para cada desses dias de ansiosa dúvida e felicidade.
Em tempo: os haikais são poemas de origem japonesa que chegaram ao Brasil no início do século XX. São exercícios de concisão e sobriedade, sem obrigatoriedade de rima e título, divididos em três versos de, respectivamente, 5, 7 e 5 sílabas. Tradicionalmente fazem referência à natureza (diferente da natureza humana, ainda que aceite o ser humano como integrante dessa natureza), refere-se a um evento particular e não generalizações e apresenta este evento "acontecendo agora".
Ao ser transcrito para outras línguas, ganhou certas liberdades de estilo, sem nunca perder o laço com sua forma original. Aqui, um exercício de quem é apaixonado pela palavra e abusado por nascimento.
Teu quarto escuro
pode florescer
lírio, trigo, joio.
HUDSON ANDRADE
15 de janeiro de 2009
12h39
Quis a Vida (ela?!) que 2 caminhos traçassem paralelos.
Pelo que poderia ter sido e não será e pelo que será diverso do que eu (nós) desejo (amos), 12 haikais, um para cada desses dias de ansiosa dúvida e felicidade.
Em tempo: os haikais são poemas de origem japonesa que chegaram ao Brasil no início do século XX. São exercícios de concisão e sobriedade, sem obrigatoriedade de rima e título, divididos em três versos de, respectivamente, 5, 7 e 5 sílabas. Tradicionalmente fazem referência à natureza (diferente da natureza humana, ainda que aceite o ser humano como integrante dessa natureza), refere-se a um evento particular e não generalizações e apresenta este evento "acontecendo agora".
Ao ser transcrito para outras línguas, ganhou certas liberdades de estilo, sem nunca perder o laço com sua forma original. Aqui, um exercício de quem é apaixonado pela palavra e abusado por nascimento.
Teu quarto escuro
pode florescer
lírio, trigo, joio.
HUDSON ANDRADE
15 de janeiro de 2009
12h39
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